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domingo, 29 janeiro 2023
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A palavra livre desta segunda-feira (7/2/22)

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A palavra livre desta segunda-feira (7/2/22)

Lucas Souza (PDT) disse que a Comissão de Legislação derrubou o veto do prefeito ao projeto da vereadora afastada Ana Lucia Martins (PT), que cria Política Municipal contra a Pobreza Menstrual. Pediu que projeto fosse votado na sessão desta segunda-feira. Pediu ainda aos vereadores que derrubem o veto em plenário.

Maurício Peixer (PL) disse que a população quer pavimentação. São 500 km de vias urbanas sem asfalto. Afirmou que programa de pavimentação está atrasado e que dinheiro não usado pela Câmara foi destinado para infraestrutura e vai cobrar a Prefeitura.

Brandel Junior (Podemos) falou da limpeza de meio-fio. Há locais onde o mato cresce perto do meio-fio e máquinas cortam de 30 a 60 centímetros, mas no Bucarein, por exemplo, que tem ruas de paralelepípedo, a máquina tem de passar duas vezes. É preciso ter regras diferentes para asfalto e paralelepípedo e supervisão do trabalho.

Kiko do Restaurante (PSD) fiscalizou obras na região do Comasa e Espinheiros. Onde chove muito é preciso pavimentação urgente, porque a chuva leva tudo. Pessoal da subprefeitura Leste, mas disse que é preciso fazer concurso público para contratar mais servidores.

Pastor Ascendino Batista (PSD) falou de novo sobre CEI que cobra caro pela lista de materiais escolares. Secretaria de Educação disse que CEI foi notificado. Agora outra mãe denunciou lista diferente de materiais divulgada pela Prefeitura. Segundo ele, alguns itens pedidos pelo CEI deveriam fazer parte dos materiais de expediente do CEI. Sugeriu à Secretaria de Educação que esclareça aos pais quais itens devem ser comprados, sem dar liberdade aos conveniados de pedir o que é desnecessário.

Diego Machado (PSDB) agradeceu ao prefeito Adriano Silva (Novo) e ao secretário da Educação, Diego Calegari, por inauguração do CEI Gustavo Ziets, na Estrada Palmeiras, no Rio Bonito. Disse que foi uma luta e agradeceu também à comunidade.

Tânia Larson (PSL) falou que é preciso união por políticas públicas para as mulheres. Citou caso de estupro em que agressor foi liberado. Disse que Lei Maria da Penha fez 16 anos e precisa ser revista. Apenas medidas protetivas não adiantam. Repudiou caso na Câmara de Vereadores de Aparecida de Goiânia (GO), em que presidente desligou microfone de vereadora enquanto ela falava.

Wanderlei Monteiro (PT) prestou solidariedade a trabalhadores mineiros em greve, na região de Criciúma, por salários e melhores condições de trabalho. Há também servidores em estado de greve em Blumenau. Lamentou a morte de Moïse, imigrante congolês, assassinado no Rio de Janeiro por cobrar o pagamento de dois dias de trabalho. Falou que a discriminação é fruto de governo violento e que reforma trabalhista levou a isso.

Sales (PTB) disse que é um dia especial e que esteve na entrega da ordem de serviço de pavimentação da rua dos Suiços, que fará muita diferença para cidade. Lamentou a morte da ex-deputada Ingeborg Colin, aos 100 anos, em Joinville. Comentou ainda sobre o consultório de rua, que tinha estrutura ruim, mas ganhou um carro muito especial da Secretaria de Saúde, além de mais servidores.

Cassiano Ucker (Cidadania) afirmou que tem falado que a saúde está passando por dificuldades. Eram 6 mil consultas e procedimentos para serem realizados, e hoje a Comissão de Saúde recebeu servidores da Secretaria de Saúde. Há pacientes esperando desde 2017 por um procedimento cirúrgico. Muitos não foram localizados ou esperam exames. Outro ponto importante da reunião foi que a demanda é menor que a oferta. Em janeiro, fizeram cerca de 500 procedimentos cirúrgicos, mas foram solicitados cerca de mil. Se continuar assim, a fila vai aumentar. E não há plano efetivo para resolver isso, é preciso fiscalizar e contribuir.

Sidney Sabel (Democratas) parabenizou Diego Machado pelo empenho na inauguração do CEI do Rio Bonito, mas disse que ficou triste ao ver o prefeito não convidar todos os vereadores para participar de ato tão importante. Prefeito deixou a desejar com todos os vereadores. Obra não tem o dinheiro do prefeito, mas o dinheiro do povo. Falou ainda que a Secretaria da Fazenda não conseguiu explicar à Comissão de Economia sobre casos de bitributação na zona rural, e que ela não tem interesse em resolver a situação.

Adilson Girardi (MDB) disse ter tido reunião produtiva na Unidade de Desenvolvimento Rural (UDR) sobre a Semana da Apicultura, que ocorrerá a partir de 22 de maio. Haverá atividades em vários pontos da cidade. Discutiram também a retirada de colmeias de abelhas com ferrão da zona urbana. Retirada gira em torno de R$ 200, mas precisa ser feita, e é preciso existir uma tarifa pública para custear esse trabalho. Abelhas podem matar pessoas. Falou também que existia uma reivindicação de muitos anos da pavimentação da rua dos Suiços, pleito do qual ele fez parte na gestão passada. Ordem de serviço foi assinada hoje, depois de problema judicial. Obras do primeiro trecho já começaram e do segundo trecho sairá com emenda parlamentar de R$ 1,2 milhão, obtida pelo deputado federal Darci de Matos (PSD).

Neto Petters (Novo) pediu apoio aos vereadores para coassinarem projeto que simplificará lei de eventos. Ideia é simples: se haverá um evento num lugar que já tem alvará, não será preciso pedir outro. Com relação aos bombeiros, lei atual pede alvarás para atividades de baixo risco. Ideia é que produtores de eventos consigam com antecedência os alvarás, podendo ficar livres para se dedicar a outros pontos.

Érico Vinicius (Novo) falou sobre educação. Ensino voltou a ser 100% presencial e escolas estão oferecendo aulas de recuperação. Cerca de 200 novos professores foram contratados para isso. São cerca de 70 mil alunos que voltaram hoje. Relatou ainda que construtora que fará obra da rua dos Suiços em cem dias.

Wilian Tonezi (Patriota) falou que não costuma tratar de temas que fogem ao município, mas que ficou indignado com o que aconteceu na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba (PR). Mostrou vídeo de manifestação na igreja e disse que na Revolução Francesa, os manifestantes decapitavam membros da igreja, e essa mentalidade ainda existe hoje. Ato na igreja foi profano e covarde.