Educação volta a debater interdições

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A Comissão de Educação da Câmara de Vereadores de Joinville (CVJ), voltou a discutir a situação das escolas estaduais na tarde de hoje. Estiveram presentes representantes da Gerência Regional de Educação (Gered), da rede Municipal de Ensino e das escolas interditadas. A Vigilância Sanitária foi convidada, porém, não compareceu e não enviou representantes para o encontro.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Regional (SDR), Bráulio Barbosa admitiu que catorze escolas joinvilenses têm problemas críticos e que o processo de reforma dessas escolas não será rápido e afirmou que apenas a Escola Monsenhor Scarzello não tem condições de receber os alunos. Para ele as outras escolas não precisariam ser totalmente interditadas, pois as reformas eram em locais isolados. O gerente de infraestrutura da SDR, Fabiano Lopes de Souza afirmou que há projetos para reforma de todas as escolas interditadas em Joinville, mas o processo esbarra nos tramites burocráticos.

Entre as reclamações feitas pelos pais de alunos, repercutiu forte sobre as condições do transporte dos estudantes que, por circularem com excesso de passageiros, comprometendo a segurança dos estudantes, obrigados a utilizarem ônibus para se deslocarem para os locais onde estão sendo ministradas as aulas. Segundo a mãe de aluno, Beatriz Camilo, da Escola Plácido Domingo, os estudantes vão apertados nos ônibus, correndo sérios riscos devido à falta de segurança. A gerente Regional de Educação, Heliete Steingräber acusou a empresa permissionária de ter dificuldade para consegir atender a demanda. Ela comprometeu-se em entrar em contato com as empresas buscando melhorar as condições do transporte.

Para a presidente da Comissão, Dalila Leal o assunto continuará na pauta das discussões do legislativo até que encontre uma solução definitiva para o problema e marcou para a próxima quinta-feira, dia 22, às 15 horas uma reunião com os representantes da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do estado e para esse encontro convocará a Vigilância Sanitária.

Foto de Sabrina Seibel