Vereador de olho em obras inacabadas

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Os problemas enfrentados pela Prefeitura no que se refere à conclusão de obras públicas culminou no requerimento nº 271/11, de autoria do vice-presidente do Legislativo, vereador Osmari Fritz. No documento, o vereador pede explicações da Prefeitura sobre obras não concluídas no município, destaque para a Rua Timbó, Ponte dos Aimorés, Morro do Boa Vista, sistema de tratamento de esgoto no bairro Jardim Paraíso, além da ausência de projetos mais elaborados de infraestrutura urbana.

O vereador Osmari mostrou-se preocupado com a situação das empresas que ganham a licitação, iniciam as obras e vão embora. Para o parlamentar pode estar ocorrendo erro por parte da PMJ nos processos licitatórios. “Essa falta de compromisso das empresas prejudica a população, pois o cronograma das obras não é cumprido, o projeto é alterado e ocorrem aditivos nos projetos”, alega Osmari.

Para responder aos questionamentos do vereador, compareceram na sessão ordinária desta quarta-feira (7), Márcio Murilo de Cysne, secretário municipal de administração, Roberta Noroschny Schiessl, presidente do Ippuj, Luiz Alberto de Souza, presidente da Companhia Águas de Joinville, Vânio Kuntze, gestor do Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata e Ariel Pizzolatti, secretário da Seinfra.

Os integrantes da Prefeitura foram unânimes em defender a legalidade e lisura nos processos licitatórios realizados pela Prefeitura. Luiz Alberto alegou que os problemas enfrentados no esgotamento sanitário do Jardim Paraíso são de ordem judicial, pois a empresa que ganhou a licitação e foi descredenciada por deficiência técnica apresentou recurso na justiça e isso impediu novos investimentos. Com relação ao Parque do Morro do Boa Vista e o Parque dos Espinheiros, este último cobrado pelo vereador Joaquim Alves dos Santos, a Prefeitura informou que ambos necessitam de licenciamento ambiental. O vereador Odir Nunes, presidente da CVJ e a vereadora Tânia Eberhardt, presidente da comissão de Legislação pediram que essas empresas que prestam desserviço ao município sejam banidas de futuros processos licitatórios. Os vereadores cobraram agilidade da Prefeitura para que se cumpra o cronograma das obras paradas e prometerem rigor na fiscalização dos gastos do município.

Foto de Sabrina Seibel