Vereadores estreiam sistema com painel eletrônico de votação e outras novidades

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Painel eletrônico de novo sistema tornará a votação mais ágil e transparente/ Mauro Schlieck/CVJ

Os vereadores fizeram a primeira votação usando o novo sistema legislativo em uma sessão extraordinária na tarde desta quinta-feira (15).

A votação passará a ser totalmente digitalizada, com exibição dos votos no telão e na tela do dispositivo do espectador. Além disso, o trâmite de papéis entre os setores da Câmara deve ser praticamente reduzido a zero.

Os parlamentares não recebem remuneração adicional por participarem de sessões extraordinárias.

O primeiro projeto a ser aprovado nesse novo modelo foi o que denomina “Praça José Olavio Budal” no bairro Costa e Silva (PL 181/2022), de Lucas Souza (PDT).

“A intenção é manter o legislativo joinvilense igual aos novos sistemas já existentes no mercado em outras casas de leis de Santa Catarina, a exemplo de Balneário Camboriú e a Capital”, explicou o presidente Maurício Peixer (PL).

Busca de proposições

Atualmente a Câmara usa um sistema legislativo que apresenta um banco de dados com pesquisas internas e externas, campos de busca de projetos entre outros parâmetros.

Com o novo, a promessa é que esse campo de busca e visualização fique mais amplo. Será possível, por exemplo, saber de forma mais fácil o número de indicações, projetos e moções por vereador.

“Isso significa modernidade e transparência maiores, além do respeito com o cidadão que diariamente deseja saber mais detalhes sobre a câmara da maior cidade do Estado. O novo sistema é um grande ganho para a cidade, para o trabalho desempenhado dos servidores e vale ressaltar que tudo estará na palma da mão das pessoas com mais agilidade”, disse o presidente.

Outro destaque do sistema, a votação, passará a ser totalmente online. Para garantir a segurança, somente os parlamentares receberão um login e uma senha para votar.

Custo reduzido

O sistema que era usado desde 2010 na Casa chegou a gastar até R$ 408 mil. Com o novo, este valor cai consideravelmente, chegando a, no máximo, R$ 73 mil por ano.